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Banco de Negócios Imobiliários

O BNI – Banco de Negócios Imobiliários foi fundado em 2003, tendo como seu titular Geraldo Aragão com experiência no mercado imobiliário há mais de 35 anos, inicialmente como Vice-Presidente da ESTASA Administradora de Imóveis.  Atuante como Diretor no SECOVI – Secretaria da Habitação e ACIJA – Associação Comercial e Industrial de Jacarepaguá, integralizou sua ampla experiência com a implantação de uma empresa familiar, a qual tem como exigência preliminar, conscientização e profissionalização, além da dedicação exclusiva dos familiares que priorizam os interesses e metas da empresa. Possuem para tanto, preparo, vocação, habilidades, vontade de atuar no negócio da família, com energia, força para inovar e enfrentar concorrentes.

Temos um claro foco de atuação, conhecimento do mercado em que atuamos e da atuação de nossos concorrentes, além de um bom planejamento estratégico, conhecimento, acompanhamento e aproveitamento de desenvolvimentos tecnológicos nas áreas de nossa atuação.

O BNI abriu um novo ciclo, gerado por uma empresa familiar sustentável, a qual une descentralização, treinamento e gestão e, determinação de fazer o negócio continuar a prosperar, tendo em vista um mercado tão competitivo.

Visamos trabalhar no que é de todos para satisfazer nossos clientes.

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Negócios, tudo que significa realizações materiais e pessoais, na troca de valores por produtos; na troca de trabalho por renda; na troca de confiança por oportunidades.

Imóveis, não tão cartesiano quanto seu significado de imobilidade, mas sim dinâmico na sua essência. A realização mais tangível da cultura latina, da qual fazemos parte. O resultado de uma vida de trabalho ou de uma oportunidade bem aproveitada. Um negócio que deu certo e que deve ser gerido por um Banco de Negócios resultando em mais negócios de sucesso.

Ponto de partida para entendermos a razão desta nova empresa que surge com profissionais bem mais velhos do que ela, quer na idade, quer no conhecimento, quer na experiência adquirida em anos de trabalho neste setor que cada vez mais assume o lugar que a “febre monetária” dos idos de 70, 80 e 90, lhe tirou.

Em tudo o que foi feito, faltou fazer o que era mais certo: assumir perante os proprietários imobiliários, quer na locação, quer na comercialização, quer na manutenção e operação, a importância deste ativo, real, dinâmico e, principalmente brasileiro.